Que a força do medo que tenho não me impeça de ver o que anseio,
que a morte de tudo em que acredito não me tape os ouvidos e a boca, porque metade de mim é o que eu grito, a outra metade é silêncio.
(...)
metade de mim é o que ouço, a outra metade é o que calo. Que a minha vontade de ir embora se transforme na calma e paz que mereço,
Que a tensão que me corrói por dentro seja um dia recompensada,
Porque metade de mim é o que penso, a outra metade um vulcão.
Que o medo da solidão se afaste
E o convívio comigo mesmo se torne ao menos suportável ♪
que a morte de tudo em que acredito não me tape os ouvidos e a boca, porque metade de mim é o que eu grito, a outra metade é silêncio.
(...)
metade de mim é o que ouço, a outra metade é o que calo. Que a minha vontade de ir embora se transforme na calma e paz que mereço,
Que a tensão que me corrói por dentro seja um dia recompensada,
Porque metade de mim é o que penso, a outra metade um vulcão.
Que o medo da solidão se afaste
E o convívio comigo mesmo se torne ao menos suportável ♪
(metade - oswaldo montenegro)
__
Essa é a melhor descrição p) o que estou sentindo.
Nenhum comentário:
Postar um comentário